Tirar a medida como deve ser

31 Maio 2014 at 14:55 (Diy) (, , , , )

Há já algum tempo que andava a ver o que há por aí de SoC baseado em ARM. Depois de alguma investigação encontrei o PSoC4, que foi até agora a plataforma que mais me seduziu, pelas suas características técnicas, de ambiente de desenvolvimento e licenças (aconselho-vos a dar uma olhadela, só pelo gratuíto ambiente de desenvolvimento já vale a pena, é quase um game changer).

Para experimentar as potencialidades da plataforma decidi fazer um gerador de onda triangular, na placa de prototipagem que a Cypress vende por uma bagatela:

psoc4-pkit

Esta placa tem uma interface USB <-> UART e o que é basicamente uma breakout board para uma das variantes do PSoC 4. A placa pode partir-se em 2 ficando o conversor USB<->UART separada da breakout board.

Bom, mas isto do PSoC 4 é outro assunto que merecia só por si um outro (e grande) post. Para a questão que aqui me trás hoje, é continuar a ler o artigo…
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Um Mundo melhor?…

9 Setembro 2012 at 00:52 (Geral) ()

Já que ninguém parece ter respondido ao rapaz, eu respondo: Sim, era cá uma chatice!…

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Arduino e servos – guia de alimentação

5 Agosto 2012 at 01:57 (Diy) (, , , )

Uma questão que surge frequentemente é sobre alimentação de servos e arduino. Os servos consomem uma quantidade de corrente considerável quando estão em esforço, e se o Arduino (ou outra placa do género) estiver a ser alimentado da mesma fonte de alimentação, podem surgir problemas durante o esforço do(s) servo(s), sendo o mais comum ocorrerem resets nas placas. Esta é uma forma de alimentar servos e Arduinos a partir da mesma fonte (clicar para aumentar):

Guia - Como alimentar Arduino e servos

Os resets são causados porque a tensão de alimentação vem abaixo quando um servo (ou qualquer outro dispositivo que consuma muita corrente) suga muita corrente da fonte de alimentação. Em geral os microcontroladores têm mecanismos para se manterem em reset quando a sua tensão de alimentação é muito baixa, de forma a evitar execução de código aleatóriamente.

Não é de maneira nenhuma a forma mais eficiente de resolver a questão, mas é sem dúvida a mais fácil de implementar, em particular para quem tem pouca experiência. Divirtam-se :)

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Verificar o estado de uma soldadura SMD

11 Junho 2012 at 09:18 (Diy) (, )

Uma das minhas formas favoritas é esta:

Uma foto tirada bem de perto permite ver calmamente e sem esforço todos os detalhes. Em caso de dúvida, tiro outra foto da zona de interesse. Outras técnicas que uso junto com esta é apontar o PCB contra-luz e, claro, o teste de continuidade do multímetro.

Boas soldaduras!

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How to do several things at the same time

23 Junho 2011 at 12:57 (Tutorial) (, , )

Sorry, this post moved here.

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0.6V, 0.7V… afinal qual é a queda de tensão num díodo?

7 Junho 2011 at 21:45 (Tutorial) (, , )

Bom… a verdade é que a queda de tensão num díodo é proporcional à corrente que o atravessa no momento em que se mede a tensão. Para díodos de silício, há quem diga que é 0.6V, quem diga que é 0.7V, mas isto é apenas o valor aproximado em que a queda de tensão “descola” significativamente do zero e começa a crescer “a olhos vistos” . É por volta destes valores que a corrente sobe a 1mA e tem um disparo a partir daí. Na prática este valor não é crítico, e dada as tolerâncias que já temos que ter em conta, tanto faz ser 0.6V como 0.7V, desde que a corrente seja pequena… agora o que é que “pequena” quer dizer já depende do díodo. Fiz medições a alguns díodos comuns e podemos ver neste gráfico como é que eles se portam:

Curvas de díodos comuns

Há um díodo Schottky ali no meio; este tipo de díodo tem uma queda de tensão mais baixa (0.3V – 0.4V). Para díodos de germânio os valores são ainda outros: 0.2V a 0.3V.

De qualquer forma vemos que não há um valor “exacto” para a queda de tensão. No entanto convencionou-se que seriam estes valores porque nos dá jeito para fazer contas em aplicações não críticas – que são a maior parte das aplicações.

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Nova versão do AVIC! 0.3o

3 Maio 2011 at 00:21 (Geral)

Nova versão 0.3o do AVIC, com as novas taxas de IVA.

Para saber detalhes e descarregar, visitem a página do AVIC:
Projecto: Aplicação de gestão fiscal simplificada

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É super fácil simular um circuito electrónico!

11 Março 2011 at 06:52 (Tutorial) (, , , )

Vou dar umas dicas curtas sobre como usar o SPICE para simular um circuito analógico. Não vou ensinar como se usa a versão “manual” do SPICE (uma linguagem de programação), porque com a potencialidade gráfica dos nossos computadores de hoje isso já não faz sentido como forma de ensinar; vamos sim usar uma ferramenta completamente gráfica para fazer todo o trabalho. Queres ver como é fácil?… Então continua a ler ;)

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Nova versão do AVIC!

22 Agosto 2010 at 23:19 (Geral)

AVIC 0.3m, as novidades não são muitas mas sempre é um avanço :). Esta versão foi lançada já mais por causa da alteração das taxas de IVA, por isso tem poucas novidades; há mais funcionalidade já implementada mas que ainda não posso disponibilizar por falta de testes (aceitam-se beta-testers :)).

Mesmo assim acho que só pela nova página frontal já vale a pena; agora mostra os valores mais relevantes a preencher na declaração de IVA no site das finanças, e com os mesmos nomes e números dos campos pelo que não há que enganar!

Para saber detalhes do que há de novo e descarregar, visitem a página do AVIC:
Projecto: Aplicação de gestão fiscal simplificada

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Como fazer várias coisas ao mesmo tempo

24 Maio 2010 at 22:52 (Tutorial) (, , )

Não, não é um artigo sobre gestão de tempo :)! Às vezes há por aí pessoas a dar voltas à cabeça sobre “como fazer várias coisas ao mesmo tempo” num programa Arduino ou outra placa com microcontrolador. Às vezes começam a pensar em threads e sistemas operativos, mas em máquinas tão pequenas e com programadores iniciantes, o melhor mesmo é ficar bem longe da complexidade de sistemas multi-tarefa preemptivos/divisão de tempo e respectiva sincronização. Mas então, há alguma alternativa adequada a máquinas de poucos recursos e fácil de usar? Há. É ler o resto do artigo :)

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