A idade da inocência

27 Novembro 2008 at 12:29 (Geral) (, )

A electricidade e a electrónica começaram a cativar-me tinha eu uns 9 ou 10 anitos. Embora nunca tenha sofrido nenhum acidente, decididamente que fiz algumas pequenas asneiras, ou melhor dizendo, “potenciais asneiradas”. Os meus pais estavam completamente a leste do que eu fazia nessa área, claro, não porque fossem maus pais mas simplesmente por desconhecimento (agora era uma boa altura para lhes mandar uma beijoca :) mas eles não lêm isto), e ainda por cima eu era um rapazinho tão bem comportado…

Bom, mas há uma história “engraçada”.

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IRS para aspirantes a “pessoas com iniciativa”

12 Agosto 2008 at 16:34 (Geral) (, )

Depois de alguns anos a ter uma segunda actividade como trabalhador independente, sinto que estou finalmente a perceber minimamente bem como é que funciona o IRS e as Leis em torno do trabalho independente. Até há pouco tempo limitava-me a estar “habilitado” a passar recibos verdes, mas entretanto quis expandir o meu leque de actividades e isso levou-me a ter que ter outros conhecimentos acerca de Leis basilares como o IRS e o IVA. Sempre tentei manter a minha vida o mais simplificada possível, porque afinal, a minha área não são as finanças e nem quero (ou queria!) perceber disso. Infelizmente as coisas não são assim tão simples e temos mesmo que entender algumas coisas, não só para nos mantermos dentro da Lei mas até para podermos tirar o melhor partido dela…

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Comparativo de paineis solares fotovoltaicos

27 Dezembro 2007 at 18:47 (Geral) (, )

Há dias passei por uma loja on-line portuguesa que vende paineis solares fotovoltaicos. É do conhecimento geral que a eficiência destes paineis ainda anda pelas ruas da amargura (nem um motor a combustíveis fósseis é tão ineficiente!) e que em Portugal os preços da tecnologia são sempre upa-upa. Deu-me a curiosidade e resolvi fazer uma tabela comparativa dos paineis na loja, também porque são dificeis de comparar uma vez que todos têm características e preços diferentes. Mas existem parâmetros simples que nos permitem uniformizar a sua performance, e logo, comparar. O resultado apresentou algumas surpresas.

Última actualização: 19 de Abril de 2008

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Os verdadeiros donos das empresas de tecnologia

27 Dezembro 2007 at 00:54 (Geral) (, )

Um dia cheguei às instalações de um Cliente para uma operação de rotina. Eu e um Amigo fizémos um projecto, em part-time e por conta própria para este Cliente. Era suposto irmos lá os 2 naquele dia, mas o meu Amigo andava com muito trabalho no seu “emprego do dia” e na noite anterior tinha estado até altas horas da madrugada a trabalhar. Ao dizer isto ao meu Cliente, que é dono do seu próprio negócio, ele comentou com espanto: “Até às 3 da manhã?… Não percebo… ainda se fosse para ele… mas, para outro? Não percebo…“. E eu, pensando bem nisso, também não percebo. Afinal, se é para me matar a trabalhar, se calhar era melhor ser para mim mesmo, não? Para mim mesmo e não para as centenas ou milhares de accionistas que detêm grande parte das médias/grandes empresas, ainda por cima adquiridas muitas vezes com base em pura especulação ou através de fundos de investimento e afins! São estes os verdadeiros donos das empresas. São estes quem a empresa na verdade se esforça por satisfazer, maximizando o lucro a todo o custo. E eles nem sequer sabem o que a empresa faz, nem que são donos de uma parte dela.

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A Ciência e a Arte vão à feira

27 Outubro 2007 at 23:31 (Geral) (, , , , )

Em 2005 a conhecida editora de livros técnicos O’Reilly fundou uma nova revista, a Make:, direcionada especificamente a pessoas que gostam de criar, de alterar e fazer coisas com as suas próprias mãos. Depois, começaram a inventar…

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humm??…

20 Outubro 2007 at 01:11 (Geral) (, , )

Certa manhã, ao acordar após sonhos agitados, Gregor Samsa viu-se na sua cama, metamorfoseado num monstruoso insecto.” É assim que começa o aparentemente inofensivo livro A metamorfose do Sr. Franz Kafka, e quando o li senti o impacto que se sente das coisas de que não se está nada à espera. Talvez tenha sido também assim que me senti, certa manhã, ao acordar e ver-me metamorfoseado em mais um trabalhador especializado a pensar “bolas, não me apetece nada ir trabalhar!”

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