A idade da inocência
A electricidade e a electrónica começaram a cativar-me tinha eu uns 9 ou 10 anitos. Embora nunca tenha sofrido nenhum acidente, decididamente que fiz algumas pequenas asneiras, ou melhor dizendo, “potenciais asneiradas”. Os meus pais estavam completamente a leste do que eu fazia nessa área, claro, não porque fossem maus pais mas simplesmente por desconhecimento (agora era uma boa altura para lhes mandar uma beijoca
mas eles não lêm isto), e ainda por cima eu era um rapazinho tão bem comportado…
Bom, mas há uma história “engraçada”.
IRS para aspirantes a “pessoas com iniciativa”
Depois de alguns anos a ter uma segunda actividade como trabalhador independente, sinto que estou finalmente a perceber minimamente bem como é que funciona o IRS e as Leis em torno do trabalho independente. Até há pouco tempo limitava-me a estar “habilitado” a passar recibos verdes, mas entretanto quis expandir o meu leque de actividades e isso levou-me a ter que ter outros conhecimentos acerca de Leis basilares como o IRS e o IVA. Sempre tentei manter a minha vida o mais simplificada possível, porque afinal, a minha área não são as finanças e nem quero (ou queria!) perceber disso. Infelizmente as coisas não são assim tão simples e temos mesmo que entender algumas coisas, não só para nos mantermos dentro da Lei mas até para podermos tirar o melhor partido dela…
Comparativo de paineis solares fotovoltaicos
Há dias passei por uma loja on-line portuguesa que vende paineis solares fotovoltaicos. É do conhecimento geral que a eficiência destes paineis ainda anda pelas ruas da amargura (nem um motor a combustíveis fósseis é tão ineficiente!) e que em Portugal os preços da tecnologia são sempre upa-upa. Deu-me a curiosidade e resolvi fazer uma tabela comparativa dos paineis na loja, também porque são dificeis de comparar uma vez que todos têm características e preços diferentes. Mas existem parâmetros simples que nos permitem uniformizar a sua performance, e logo, comparar. O resultado apresentou algumas surpresas.
Última actualização: 19 de Abril de 2008
Os verdadeiros donos das empresas de tecnologia
Um dia cheguei às instalações de um Cliente para uma operação de rotina. Eu e um Amigo fizémos um projecto, em part-time e por conta própria para este Cliente. Era suposto irmos lá os 2 naquele dia, mas o meu Amigo andava com muito trabalho no seu “emprego do dia” e na noite anterior tinha estado até altas horas da madrugada a trabalhar. Ao dizer isto ao meu Cliente, que é dono do seu próprio negócio, ele comentou com espanto: “Até às 3 da manhã?… Não percebo… ainda se fosse para ele… mas, para outro? Não percebo…“. E eu, pensando bem nisso, também não percebo. Afinal, se é para me matar a trabalhar, se calhar era melhor ser para mim mesmo, não? Para mim mesmo e não para as centenas ou milhares de accionistas que detêm grande parte das médias/grandes empresas, ainda por cima adquiridas muitas vezes com base em pura especulação ou através de fundos de investimento e afins! São estes os verdadeiros donos das empresas. São estes quem a empresa na verdade se esforça por satisfazer, maximizando o lucro a todo o custo. E eles nem sequer sabem o que a empresa faz, nem que são donos de uma parte dela.
A Ciência e a Arte vão à feira
Em 2005 a conhecida editora de livros técnicos O’Reilly fundou uma nova revista, a Make:, direcionada especificamente a pessoas que gostam de criar, de alterar e fazer coisas com as suas próprias mãos. Depois, começaram a inventar…
humm??…
“Certa manhã, ao acordar após sonhos agitados, Gregor Samsa viu-se na sua cama, metamorfoseado num monstruoso insecto.” É assim que começa o aparentemente inofensivo livro A metamorfose do Sr. Franz Kafka, e quando o li senti o impacto que se sente das coisas de que não se está nada à espera. Talvez tenha sido também assim que me senti, certa manhã, ao acordar e ver-me metamorfoseado em mais um trabalhador especializado a pensar “bolas, não me apetece nada ir trabalhar!”